O sequestro de uma magistrada e sua genitora por quase 30 horas expõe vulnerabilidades sérias enfrentadas por profissionais do setor cripto. Após a liberação das vítimas - conquistada sem necessidade de resgate em dinheiro - uma operação policial de larga escala resultou na prisão de cinco indivíduos suspeitos do crime.
O caso ganhou destaque particularmente porque o parceiro da juíza trabalha em posição executiva em uma empresa emergente de criptomoedas, sugerindo que atividades criminosas no Brasil e além têm direcionado deliberadamente pessoas com vínculos ao ecossistema de ativos digitais.