Chainalysis rastreia a origem do ataque ao THORChain: com habilidades avançadas de lavagem de dinheiro, movimentando fundos entre cadeias por semanas antes de realizar o ataque
A Chainalysis afirma que as carteiras roubadas do THORChain transferiram fundos por semanas usando Monero, Hyperliquid e THORChain, em abril, ingressando fundos na Hyperliquid através de uma ponte de privacidade, depois transferindo USDC para Arbitrum e, em seguida, bridando para Ethereum, com parte do ETH entrando no THORChain e formando um novo nó RUNE.
Os atacantes dividiram o RUNE em quatro rotas de volta para Ethereum, uma delas indo diretamente e enviando cerca de 8 ETH para a carteira final aproximadamente 40 minutos antes do ataque, enquanto os outros três fluxos de fundos retornaram via Hyperliquid/Monero para Monero.
Até sexta-feira, os fundos ainda não haviam sido movimentados, mas já demonstraram capacidade de lavagem de dinheiro entre cadeias, sendo que o caminho Hyperliquid para Monero pode ser o próximo passo.