Vocês já pararam pra pensar em quem é o jogador mais rico do mundo? Tipo, não é quem ganha mais salário todo mês, mas realmente a pessoa com a maior fortuna acumulada.



Pois bem, descobri que a resposta surpreende: Faiq Bolkiah, um nome que a maioria nunca ouviu falar. O cara tem uma fortuna estimada em cerca de 20 bilhões de dólares. Mas calma, a riqueza dele não vem do futebol em si — ele é sobrinho do sultão de Brunei, então herdou bilhões. Tipo, jogou em categorias de base de clubes europeus, mas o dinheiro vinha de berço mesmo.

Agora, se a gente fala em jogador mais rico que realmente fez grana no futebol, Mathieu Flamini é insano. Ex-jogador do Arsenal e Milan, o cara fundou uma empresa de bioquímica chamada GF Biochemicals e virou bilionário com isso. Mostra que fora dos gramados, os negócios podem render bem mais que salário.

Cristiano Ronaldo é o mais bem pago atualmente — 220 milhões por ano só do Al-Nassr, mais 65 milhões em publicidade e negócios. Mas o patrimônio dele gira em torno de 500 milhões. Messi tem uns 400 milhões acumulados, também fez muita grana com marcas globais e investimentos imobiliários.

O ranking dos jogadores mais ricos mistura gente em atividade e aposentados. Tem Neymar Jr. com 200 milhões, Zlatan com 190 milhões, o Ronaldo Nazário com 160 milhões. Cada um construiu sua riqueza de um jeito diferente.

Mas aqui vem a coisa interessante: os clubes é que têm a grana pesada mesmo. Real Madrid lidera com 6,6 bilhões em valor estimado, Manchester United com 6,5 bilhões, Barcelona com 5,6 bilhões. O futebol europeu concentra a maioria dessa riqueza, especialmente na Inglaterra e Espanha.

E quem financia tudo isso? Bilionários, fundos soberanos, famílias reais. O fundo PIF da Arábia Saudita, por exemplo, tem 700 bilhões — eles controlam Newcastle e vários clubes sauditas. Sheikh Mansour tem 30 bilhões e é dono do Manchester City. Stan Kroenke com 16 bilhões no Arsenal.

Os treinadores também ganham uma grana louca agora. Simeone no Atlético de Madrid recebe 40 milhões por ano, Pep Guardiola no City recebe 24 milhões. Virou praticamente CEO esportivo.

O que fica claro é que futebol não é mais só esporte — é indústria bilionária mesmo. Quem entende a lógica dos negócios, investimentos e marcas pessoais consegue acumular fortuna bem maior que quem só joga bola. O jogador mais rico do mundo pode nem ser o que mais aparece na TV, mas é quem soube fazer o dinheiro trabalhar.
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