Acabei de ver que o Goldman Sachs apresentou uma solicitação para um ETF de bitcoin junto da SEC há pouco tempo. A jogada é interessante porque, em vez de comprar BTC diretamente, vão investir em outros produtos ligados ao bitcoin e vender opções para gerar rendimentos mensais constantes. Dizem que é para os investidores mais grandes, tipo para os boomers que querem rendimento sem tanta volatilidade.



O que é curioso é que o Morgan Stanley lançou há poucos dias o seu próprio ETF de bitcoin à vista, então parece que todas as grandes instituições querem entrar nesta área. O Goldman Sachs já tinha ethereum, solana e xrp na sua carteira de criptomoedas, então isto é como o próximo passo natural. Se tudo correr bem com a revisão da SEC, o ETF de bitcoin poderá estar disponível até ao final de junho de 2026.

A estratégia de gerar dividendos vendendo opções de compra de bitcoin soa bem para rendimentos estáveis, mas tem a desvantagem de limitar os lucros se o bitcoin disparar. Ainda assim, mostra que o apetite institucional por ativos digitais continua a crescer. Ontem, vi que os ETFs de bitcoin à vista tiveram saídas de 291 milhões, mas os de ethereum entraram com 9,44 milhões. O mercado continua a movimentar-se.
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