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Em 20 de abril, a situação entre os EUA e o Irã entrou numa crise perigosa de "conversar enquanto se ataca, avançar na negociação e na ação ao mesmo tempo" — o Irã rejeitou claramente uma segunda rodada de negociações, enquanto os EUA abriram fogo contra navios comerciais iranianos no Golfo de Omã e controlaram as embarcações. Restam apenas dois dias para o término do acordo de cessar-fogo em 22 de abril, e a possibilidade de retomar o conflito é maior do que a de continuar as negociações.
A ruptura das negociações e sinais contraditórios
No dia 12 de abril, a primeira rodada de negociações em Islamabad quase atingiu um "80% de consenso", mas acabou colapsando, com o nó central na questão do prazo para restrições nucleares — os EUA insistiam em 20 anos, enquanto o Irã aceitava apenas 5 anos. Trump declarou em 19 de abril que iria reiniciar as negociações de alto nível, chegando a dizer que "provavelmente" iria a Islamabad se um acordo fosse alcançado; porém, o Irã negou diretamente, acusando os EUA de "exigências excessivas e irracionais" e de manter um bloqueio marítimo contínuo que impede o avanço das negociações.
A lógica dupla do reforço militar
Os EUA, por um lado, oferecem uma oliveira de negociações, por outro, continuam a aumentar significativamente suas tropas no Oriente Médio. Atualmente, cerca de 50 mil soldados americanos estão na região, com o grupo de ataque do porta-aviões "Bush" transportando aproximadamente 6.000 tropas a caminho do Oriente Médio, e a força anfíbia do "Fist" com 4.200 soldados prevista para chegar até o final do mês, formando uma configuração de "três porta-aviões" na região. O especialista em questões do Oriente Médio, Wang Jin, aponta que esse aumento de tropas é motivado tanto por considerações de rotação rotineira quanto por uma pressão estratégica mais forte sobre o Irã — se o diálogo político não avançar, os EUA têm plena capacidade de reiniciar o conflito.
A peça-chave do Estreito de Hormuz
O foco profundo do jogo de poder entre as partes é o controle do Estreito de Hormuz, que é crucial para a hegemonia global dos EUA e também a principal peça estratégica do Irã. O Irã está elaborando uma legislação abrangente para administrar o estreito, incluindo a criação de uma nova rota marítima, a "Corredor de Larak", e até declarou que, se o conflito recomeçar, abandonará completamente a contenção das instalações energéticas na região. Os EUA, por sua vez, insistem na abertura total dessa importante rota de transporte de petróleo global.
De modo geral, a confiança entre os EUA e o Irã está extremamente frágil, e o Irã até suspeita que os EUA "usam as negociações como cortina de fumaça para lançar ataques surpresa". Com o prazo do cessar-fogo se aproximando, o risco de mal-entendidos entre as partes aumenta significativamente, e o Estreito de Hormuz pode se tornar um novo ponto de ignição a qualquer momento. #美伊局势和谈与增兵博弈