A crítica concentra-se na estrutura do negócio. Os comentadores observam que o projeto utilizou bilhões de tokens como garantia, o que permitiu atrair liquidez sem obter capital adicional por parte da entidade. Este modelo é chamado de «financiamento cíclico», pois na prática trata-se de empréstimos garantidos por ativos, controlados pelo próprio mutuário. A empresa utilizou o protocolo DeFi de empréstimos Dolomite, cujo um dos cofundadores é Cory Caplan. O empreendedor também atua como conselheiro da World Liberty Financial. Dolomite não está entre os líderes do segmento de empréstimos descentralizados, ocupando a 19ª posição em volume total de fundos bloqueados — $147,6 milhões. Para comparação, os dois principais na classificação, Aave e Morpho, apresentam $25,3 bilhões e $7,5 bilhões, respectivamente (DeFiLlama). Os utilizadores chamaram a atenção para os riscos de possível conflito de interesses e concentração de liquidez $WLFI em um protocolo relativamente pequeno. Isto significa uma dependência crítica do credor em relação a um único mutuário. Os comentadores destacaram a profundidade limitada do mercado do token, com uma capitalização total de $2,5 bilhões. A necessidade de liquidar mesmo 5% do volume total pode colapsar catastróficamente o preço do ativo, destacou um dos críticos.

WLFI-0,39%
AAVE1,22%
MORPHO1,9%
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