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Percebi uma coisa bastante interessante sobre a posição da China em relação às criptomoedas. Durante uma reunião interinstitucional na sexta-feira, as autoridades chinesas—including o Banco Popular da China, o Ministério da Segurança Pública e outros órgãos—reafirmaram mais uma vez que as moedas virtuais não possuem status legal como moeda fiduciária no país e que todas as atividades relacionadas são consideradas operações financeiras ilegais.
O que chama atenção é a intenção declarada de intensificar a repressão à especulação com criptomoedas. As autoridades destacaram que o trading especulativo está aumentando e traz novos riscos financeiros. Quanto à questão das stablecoins, a Banco Popular expressou preocupações específicas: segundo eles, essas moedas carecem de verificações KYC adequadas e de proteções contra lavagem de dinheiro, o que facilitaria o financiamento ilícito transfronteiriço e fraudes.
Mas aqui está a contradição que acho fascinante: apesar dessa posição firmemente anti-crypto, a China ressurgiu como o terceiro maior hub mundial de mineração de bitcoin. O BTC está atualmente em torno de $72.97K, e a mineração continua sendo uma atividade que prospera no país.
Enquanto isso, o ambiente regulatório das stablecoins é completamente diferente nos Estados Unidos, onde o clima tem se tornado cada vez mais favorável. Mesmo Hong Kong, que opera sob uma jurisdição legal separada, manteve uma abordagem pró-indústria de criptomoedas. O governo de Hong Kong apoiou ativamente o ecossistema, com as stablecoins protagonizando a Hong Kong Fintech Week e o Secretário de Finanças, Paul Chan, inaugurando a conferência Consensus.
Em outra nota, o token WLFI da World Liberty Financial sofreu uma desaceleração, caindo 6,53% nas últimas 24 horas, após a venture crypto ligada a Trump defender uma estratégia de empréstimo controversa na plataforma Dolomite DeFi.
A situação da China com relação às criptomoedas permanece nessa zona cinzenta: repressão oficial declarada, mas atividades de mineração que continuam paralelamente. Um equilíbrio interessante de acompanhar, especialmente considerando como outros países estão adotando abordagens cada vez mais abertas em relação à indústria.