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O Brasil saúda zero tarifas dos EUA nas exportações de aeronaves
O Brasil saúda zero tarifas dos EUA na exportação de aeronaves
FOTO DE ARQUIVO: Um avião decora o telhado na sede da Embraer e na fábrica de aeronaves em São José dos Campos, Brasil, 16 de julho de 2025. REUTERS/Roosevelt Cassio/Foto de Arquivo · Reuters
Reuters
Qua, 25 de fevereiro de 2026 às 7h35 GMT+9 2 min de leitura
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BRASÍLIA, 24 de fevereiro (Reuters) - O governo brasileiro na terça-feira acolheu a decisão de Washington de permitir que aeronaves brasileiras entrem nos Estados Unidos sem tarifas, reduzidas de 10% anteriormente, em meio a mudanças recentes na política comercial dos EUA.
A medida beneficia o setor aeroespacial brasileiro, liderado pela fabricante de aeronaves Embraer, que enfrentava uma desvantagem competitiva em relação a rivais como Bombardier, do Canadá, e Dassault Aviation, da França, cujos jatos já entraram nos EUA sem tarifas.
As aeronaves foram a terceira maior exportação do Brasil para os EUA em 2024 e 2025, disse o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior em um comunicado, destacando o alto valor agregado e a intensidade tecnológica do setor.
Após os últimos ajustes tarifários por parte de Washington, o ministério estimou que cerca de 25% das exportações do país para os Estados Unidos, aproximadamente 9,3 bilhões de dólares em 2025, estão agora sujeitas a uma tarifa global de 10%, colocando esses produtos brasileiros em igualdade de condições com produtos de outros países.
Antes das mudanças, cerca de 22% das exportações brasileiras para o mercado dos EUA enfrentavam tarifas adicionais de 40% ou 50%, informou o ministério.
“No setor agrícola, produtos como peixe, mel, tabaco e café solúvel também terão tarifas reduzidas de 50% para 10%, permitindo que concorram em condições equivalentes às de outros fornecedores internacionais”, afirmou o ministério.
O governo já tinha recebido com satisfação a decisão do Supremo Tribunal dos EUA que derrubou as tarifas abrangentes do presidente Donald Trump, pois eliminou impostos especificamente direcionados à maior economia da América Latina.
Segundo o ministério, 46% das exportações brasileiras para os EUA em 2025 não terão mais tarifas adicionais, enquanto 29% continuam sujeitos a tarifas impostas sob a Seção 232, afetando setores como aço, alumínio, madeira, cobre e móveis.
Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil após a China, mas, ao contrário do grande superávit de bens do Brasil com a China, o país apresentou um déficit com os EUA por anos, totalizando 7,5 bilhões de dólares em 2025, segundo o ministério.
(Reportagem de Marcela Ayres; Edição de Chris Reese e Lincoln Feast)
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