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Acabei de perceber algo incrível sobre o misterioso criador do Bitcoin. Satoshi Nakamoto, quem quer que sejam, está sentado numa fortuna que os tornaria uma das pessoas mais ricas do mundo — e ainda assim ninguém sabe realmente quem possui a riqueza fundamental do Bitcoin ou o que planejam fazer com ela.
Vamos analisar isso. Na altura em que o Bitcoin atingiu esses recordes históricos, as estimativas de Satoshi de 1,1 milhões de moedas valiam mais de $134 bilhões. Isso coloca o proprietário das posses de génese do Bitcoin ao lado de alguns dos indivíduos mais ricos do planeta — estamos a falar de estar logo fora do top 10 global, à frente de nomes como Michael Dell da Dell e Rob Walton do Walmart. Bastante insano quando pensas nisso.
Aqui está o que torna isto ainda mais estranho: todas essas moedas vieram da mineração de Bitcoin quando a rede podia literalmente funcionar com alguns portáteis. E desde 2010? Nada. Nem uma única transação. O proprietário do estoque original do Bitcoin tem estado completamente silencioso por mais de uma década.
É aqui que fica filosófico. Satoshi não levantou capital de risco, não construiu uma empresa tradicional, não abriu capital. Simplesmente lançou o whitepaper do Bitcoin, minerou algumas moedas nos primeiros dias, e desapareceu. Dezesseis anos depois, essa saída silenciosa ajudou a criar um ecossistema de 2,4 trilhões de dólares. Sem IPO, sem apresentação, sem drama de CEO.
A especulação sobre se Satoshi está morto, perdeu as chaves, ou simplesmente comprometeu-se a nunca mais tocar na rede é infinita. Mas o que mais me fascina é isto: o proprietário do Bitcoin pode ser a pessoa mais rica que nunca gastou um cêntimo da sua riqueza. É toda uma riqueza teórica sentada em carteiras inativas.
O recente avanço do Bitcoin além desses máximos históricos mostra o quão longe chegámos desde a última publicação pública de Satoshi em 2011. Entradas em ETFs, adoção institucional, toda a mudança de narrativa — é louco pensar que tudo remonta a alguém que provavelmente nunca conheceremos. O proprietário do Bitcoin permanece o maior mistério do cripto, e a sua fortuna intocada é prova de que às vezes o melhor investimento é simplesmente... não fazer nada.