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#OilEdgesHigher
O petróleo bruto está atualmente a 97,62 dólares por barril, um aumento de mais de 3% no dia e quase 17% só no último mês — um movimento que pouco tem a ver com ciclos de procura e tudo a ver com uma guerra que está a remodelar os fluxos globais de energia.
O gatilho foi o encerramento de facto do Estreito de Ormuz após uma ação militar no Médio Oriente no final de fevereiro. Cerca de 13 milhões de barris por dia de produção foram efetivamente bloqueados dos mercados globais, pois o tráfego de petroleiros através do estreito colapsou. Esse tipo de choque de oferta não se resolve da noite para o dia, e o mercado físico está a precificar essa realidade de forma concreta — os carregamentos de Brent à vista atingiram 124,68 dólares por barril na quarta-feira, quase $30 acima do contrato de futuros de junho.
O Brent tem superado o WTI ao longo desta subida porque tem uma exposição mais direta às rotas de navegação interrompidas e aos fluxos reduzidos entre regiões próximas do estreito. O WTI recebeu alguma margem de manobra com os estoques elevados nos EUA e a ação do governo para sinalizar liberações da Reserva Estratégica de Petróleo, mas mesmo esse amortecedor tem limites contra um buraco de 13 milhões de barris por dia.
Os preços da gasolina, destilados e querosene de aviação seguiram a forte subida do petróleo bruto, como acontece quase sempre quando o custo de entrada dispara tão rapidamente. A diferença entre o preço à vista e os futuros indica que o mercado não acredita que a oferta se normalize rapidamente — as negociações de cessar-fogo ainda não avançaram, com Washington e Teerão a rejeitarem a última proposta.
A visão consensual entre os analistas de energia neste momento é que a escassez na oferta física persiste até bem para além da segunda metade do ano, mesmo numa perspetiva otimista em que o conflito se acalme. Para quem acompanha ativos ligados à energia, a diferença entre o preço à vista e os futuros é o sinal mais claro ao vivo de quanto mais tempo os traders esperam que esta disfunção continue.