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A China apela ao Conselho de Segurança da ONU para acabar com as tensões no Médio Oriente
(MENAFN) A China apelou, na quinta-feira, ao Conselho de Segurança da ONU para envidar esforços no sentido de pôr fim ao conflito em curso no Médio Oriente, em vez de apoiar “actos de guerra ilegais”, segundo relatos.
Falando durante uma chamada telefónica com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, sublinhou a importância de travar as hostilidades. “Um cessar-fogo e a cessação das hostilidades são a aspiração comum da comunidade internacional”, disse Wang. Acrescentou: “As acções do Conselho de Segurança da ONU devem ajudar a aliviar as tensões e a pôr termo à guerra para retomar as negociações, em vez de endossar actos de guerra ilegais, muito menos de lançar mais lenha para a fogueira.”
A declaração surge num contexto de tensões em escalada após a ofensiva conjunta EUA-Israel contra o Irão, a 28 de Fevereiro, que, segundo relatos, terá resultado em mais de 1.340 mortes, incluindo o então Líder Supremo Ali Khamenei. Em resposta, o Irão levou a cabo ataques com drones e mísseis visando Israel, Jordânia, Iraque e Estados do Golfo onde estão sediadas forças dos EUA, provocando vítimas, danos na infra-estrutura e perturbações nos mercados globais e na aviação. Os relatos indicam que pelo menos 13 militares dos EUA terão sido mortos, havendo mais dezenas feridos.
Teerão continua a manter um controlo efectivo sobre o Estreito de Ormuz, uma rota energética vital para as nações asiáticas, permitindo a passagem apenas a navios provenientes de países que o Irão considera “amigos”.
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