Por que é que cada pessoa guarda no coração eventos passados repletos de arrependimentos?


Aos 8 anos,
só de jogar Tekken com o primo já me sentia feliz.
Mesmo só de ouvir que ia para a casa do primo, começava a ficar animado e entusiasmado, a imaginar-me a jogar pequenos jogos a dois com ele.
Aos 16 anos,
escondido dos pais, comprava secretamente na Honor of Kings uma skin lendária a metade do preço por 90 yuan, e sentia a adrenalina a correr pelo corpo.
Era como os agentes secretos em Missão Impossível e Matrix, emocionante, perigoso e cheio de diversão.
Com o telemóvel Redmi, a jogar a 30 quadros por segundo, exibindo orgulhosamente as minhas skins aos amigos, durante um mês inteiro nas aulas noturnas, a saborear a suavidade da sensação das skins.
Com o passar do tempo,
se pudesse fazer o meu eu de 16 anos voltar ao tempo e ser criança de 8 anos,
não ficaria tão feliz e entusiasmado a ver o primo a jogar Tekken, apenas sentiria tédio e aborrecimento.
Se pudesse voltar ao meu eu de 15 anos,
também não ficaria tão nervoso e excitado por ter comprado secretamente uma skin a metade do preço por 90 yuan, porque já não me importo.
Por isso,
se agora há algo que acreditas que te faz feliz,
que te faz sentir entusiasmo, alegria e satisfação,
vai lá e faz.
Porque nunca sabes se no próximo momento vais perder completamente o interesse por essa coisa,
e assim o mundo fica mais pobre, sem algo que te faça sorrir.
O tempo não espera por ninguém.
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