O Japão está prestes a reforçar as regras de segurança na aviação com uma nova restrição aos power banks a bordo de aeronaves, proibindo o seu uso durante os voos e estabelecendo limites mais claros sobre quantos passageiros podem transportar.
A política, confirmada pelo Ministério do Território, Infraestruturas, Transportes e Turismo, deverá entrar em vigor a partir de abril de 2026 e aplicará a todos os voos que partam ou cheguem ao país.
De acordo com as novas regras, os passageiros não poderão mais usar power banks a bordo, o que significa que dispositivos como telemóveis e tablets não poderão ser carregados com baterias portáteis durante os voos.
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O que dizem
A medida segue as deliberações de segurança na Organização de Aviação Civil Internacional, que já proibiu o carregamento de baterias portáteis nas cabines das aeronaves e está a considerar orientações globais mais amplas.
Embora a mudança principal foque no uso, antes da proibição entrar em pleno vigor, os viajantes ainda podem transportar baterias com base nas seguintes regras:
Baterias com mais de 160 watt-horas continuam completamente proibidas.
Até duas baterias de 160 watt-horas ou menos serão permitidas por passageiro.
Atualmente, os viajantes podem transportar baterias ilimitadas abaixo de 100 watt-horas e até duas entre 100 e 160 watt-horas. A política que se aproxima não altera significativamente as regras de transporte, mas termina com o uso em voo. As companhias aéreas japonesas e internacionais foram notificadas e serão responsáveis pela fiscalização.
Contexto
As autoridades apontam para um aumento acentuado de incidentes relacionados a baterias de íon de lítio. Dados do Instituto Nacional de Tecnologia e Avaliação do Japão mostram 123 acidentes relacionados com baterias em 2024, contra 47 em 2020, muitos ligados ao superaquecimento de dispositivos durante o carregamento.
Em setembro de 2025, a Nairametrics relatou que várias grandes companhias aéreas proibiram os passageiros de usar power banks durante os voos, citando riscos associados às baterias de lítio. Os passageiros ainda podem transportar esses dispositivos na bagagem de mão, mas o carregamento ou uso a bordo é proibido.
Segundo as novas orientações, os power banks devem permanecer na bagagem de mão, visíveis e desconectados durante todo o voo. Guardá-los na bagagem despachada é estritamente proibido.
Isto ocorreu após a Federal Aviation Administration (FAA) dos EUA alertar que todas as baterias de íon de lítio podem superaquecer e experimentar um evento de fuga térmica.
O que deve saber
O Japão junta-se a uma lista crescente de companhias que permitem power banks na bagagem de cabine, mas proíbem o seu uso durante os voos, incluindo:
Emirates
Singapore Airlines
Scoot
EVA Air
Thai Airways
AirAsia
Tigerair
Starlux Airlines
China Airlines
Malaysia Airlines
Firefly
MASwings
Vietnam Airlines
Vietjet Air
Os passageiros que voarem para ou a partir do Japão devem planear com antecedência: carregar totalmente os dispositivos antes do embarque, reduzir o número de baterias transportadas, verificar as classificações em watt-horas e seguir as instruções da tripulação. As companhias aéreas japonesas já aconselharam os passageiros a manter as baterias ao alcance e fora das bagagens de cabine; a regra de abril vai mais longe, proibindo o uso total.
Para viajantes frequentes e empresários, a mudança pode ser inconveniente. Para os reguladores, no entanto, é um passo necessário para mitigar um risco crescente de segurança, visando manter o transporte aéreo entre os modos mais seguros de transporte.
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O Japão vai proibir o uso de power banks em voos a partir de abril de 2026
O Japão está prestes a reforçar as regras de segurança na aviação com uma nova restrição aos power banks a bordo de aeronaves, proibindo o seu uso durante os voos e estabelecendo limites mais claros sobre quantos passageiros podem transportar.
A política, confirmada pelo Ministério do Território, Infraestruturas, Transportes e Turismo, deverá entrar em vigor a partir de abril de 2026 e aplicará a todos os voos que partam ou cheguem ao país.
De acordo com as novas regras, os passageiros não poderão mais usar power banks a bordo, o que significa que dispositivos como telemóveis e tablets não poderão ser carregados com baterias portáteis durante os voos.
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O que dizem
A medida segue as deliberações de segurança na Organização de Aviação Civil Internacional, que já proibiu o carregamento de baterias portáteis nas cabines das aeronaves e está a considerar orientações globais mais amplas.
Embora a mudança principal foque no uso, antes da proibição entrar em pleno vigor, os viajantes ainda podem transportar baterias com base nas seguintes regras:
Atualmente, os viajantes podem transportar baterias ilimitadas abaixo de 100 watt-horas e até duas entre 100 e 160 watt-horas. A política que se aproxima não altera significativamente as regras de transporte, mas termina com o uso em voo. As companhias aéreas japonesas e internacionais foram notificadas e serão responsáveis pela fiscalização.
Contexto
As autoridades apontam para um aumento acentuado de incidentes relacionados a baterias de íon de lítio. Dados do Instituto Nacional de Tecnologia e Avaliação do Japão mostram 123 acidentes relacionados com baterias em 2024, contra 47 em 2020, muitos ligados ao superaquecimento de dispositivos durante o carregamento.
Isto ocorreu após a Federal Aviation Administration (FAA) dos EUA alertar que todas as baterias de íon de lítio podem superaquecer e experimentar um evento de fuga térmica.
O que deve saber
O Japão junta-se a uma lista crescente de companhias que permitem power banks na bagagem de cabine, mas proíbem o seu uso durante os voos, incluindo:
Os passageiros que voarem para ou a partir do Japão devem planear com antecedência: carregar totalmente os dispositivos antes do embarque, reduzir o número de baterias transportadas, verificar as classificações em watt-horas e seguir as instruções da tripulação. As companhias aéreas japonesas já aconselharam os passageiros a manter as baterias ao alcance e fora das bagagens de cabine; a regra de abril vai mais longe, proibindo o uso total.
Para viajantes frequentes e empresários, a mudança pode ser inconveniente. Para os reguladores, no entanto, é um passo necessário para mitigar um risco crescente de segurança, visando manter o transporte aéreo entre os modos mais seguros de transporte.
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