A Airbus anunciou recentemente os seus resultados financeiros de 2025 e as perspetivas de negócios para 2026. Os dados mostram que este gigante da aviação registou um crescimento significativo nos três principais setores: aviões civis, helicópteros e defesa e espaço, com uma receita consolidada anual de 73,4 mil milhões de euros, um aumento de 6% em relação ao ano anterior.
No setor de aviões civis, a Airbus recebeu um total de 1.000 novas encomendas em 2025, sendo que o volume líquido de encomendas atingiu 889 unidades, um aumento considerável face às 826 de 2024. No final do ano, o volume de encomendas pendentes subiu para um máximo histórico de 8.754 unidades. Quanto às entregas, foram entregues 793 aviões civis aos clientes, incluindo 93 A220, 607 da série A320, 36 A330 e 57 A350. Destaca-se que a série A320, como principal modelo, representou 76,5% do total de entregas de aviões civis.
O setor de helicópteros também apresentou um desempenho forte, com um volume líquido de encomendas de 536 unidades, um aumento de 19% face às 450 de 2024. Este setor conseguiu uma relação entre encomendas entregues superior a 1, indicando que as novas encomendas superaram as entregas, o que reforça as bases para o crescimento de receitas futuras. O setor de defesa e espaço registou um recorde de 17,7 mil milhões de euros em novas encomendas, mantendo uma relação encomendas-entregas de 1,3, demonstrando a contínua expansão da procura neste mercado.
Para 2026, a Airbus estabeleceu metas mais ambiciosas: planeia entregar cerca de 870 aviões civis, um aumento de 9,7% face a 2025; ajustou o objetivo de lucro antes de juros e impostos (EBIT) para 7,5 mil milhões de euros, mantendo uma previsão de crescimento de dois dígitos; e estabeleceu uma meta de fluxo de caixa livre antes de financiamento ao cliente de 4,5 mil milhões de euros, refletindo a contínua otimização da eficiência operacional. Estes indicadores demonstram a confiança da gestão na recuperação do mercado aéreo global e a estratégia de crescimento através do aumento da capacidade de produção e do controlo de custos.
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Airbus 2025 desempenho brilhante: crescimento duplo em pedidos e entregas, objetivo de 2026 a atingir ainda mais alto
A Airbus anunciou recentemente os seus resultados financeiros de 2025 e as perspetivas de negócios para 2026. Os dados mostram que este gigante da aviação registou um crescimento significativo nos três principais setores: aviões civis, helicópteros e defesa e espaço, com uma receita consolidada anual de 73,4 mil milhões de euros, um aumento de 6% em relação ao ano anterior.
No setor de aviões civis, a Airbus recebeu um total de 1.000 novas encomendas em 2025, sendo que o volume líquido de encomendas atingiu 889 unidades, um aumento considerável face às 826 de 2024. No final do ano, o volume de encomendas pendentes subiu para um máximo histórico de 8.754 unidades. Quanto às entregas, foram entregues 793 aviões civis aos clientes, incluindo 93 A220, 607 da série A320, 36 A330 e 57 A350. Destaca-se que a série A320, como principal modelo, representou 76,5% do total de entregas de aviões civis.
O setor de helicópteros também apresentou um desempenho forte, com um volume líquido de encomendas de 536 unidades, um aumento de 19% face às 450 de 2024. Este setor conseguiu uma relação entre encomendas entregues superior a 1, indicando que as novas encomendas superaram as entregas, o que reforça as bases para o crescimento de receitas futuras. O setor de defesa e espaço registou um recorde de 17,7 mil milhões de euros em novas encomendas, mantendo uma relação encomendas-entregas de 1,3, demonstrando a contínua expansão da procura neste mercado.
Para 2026, a Airbus estabeleceu metas mais ambiciosas: planeia entregar cerca de 870 aviões civis, um aumento de 9,7% face a 2025; ajustou o objetivo de lucro antes de juros e impostos (EBIT) para 7,5 mil milhões de euros, mantendo uma previsão de crescimento de dois dígitos; e estabeleceu uma meta de fluxo de caixa livre antes de financiamento ao cliente de 4,5 mil milhões de euros, refletindo a contínua otimização da eficiência operacional. Estes indicadores demonstram a confiança da gestão na recuperação do mercado aéreo global e a estratégia de crescimento através do aumento da capacidade de produção e do controlo de custos.