Do ponto de vista da análise on-chain e de dados públicos, as posições das grandes baleias do PIPPIN estão altamente concentradas, e existem ligações claras entre esses endereços, o que indica uma forte probabilidade de serem controlados pela mesma entidade (ou insiders/equipe do projeto) através de operações de divisão de posições para manipular o mercado.
🔍 Prova principal: características de coordenação entre carteiras relacionadas
1. Alta concentração de posições e ligação entre endereços
◦ Plataformas de análise blockchain como Bubblemaps monitorizam que 50 carteiras relacionadas foram criadas de forma concentrada num curto período de tempo, apresentando características evidentes de coordenação:
◦ Os fundos vêm todos da exchange HTX, com quantidades de SOL recebidas semelhantes;
◦ Sem registros de transações anteriores na blockchain, classificando-se como “carteiras novas”;
◦ Grandes retiradas de PIPPIN de exchanges centralizadas, com janelas de operação altamente coincidentes.
◦ Existem ainda 11 carteiras relacionadas à Bitget, que detêm cerca de 9% do fornecimento total, com padrões de fluxo de fundos muito semelhantes aos 50 endereços acima, suspeitando-se que sejam controladas pela mesma entidade.
2. Caminho organizado de “captação de fundos - manipulação de preço - venda”
◦ Essas carteiras relacionadas aumentaram suas posições simultaneamente no início de fevereiro, quando o preço estava em baixa (US$0,155), coletando assim chips a baixo custo;
◦ Depois, realizaram compras em grande volume para criar um “sinal de alta”, gerando FOMO entre investidores de varejo, impulsionando o preço de US$0,155 para US$0,736;
◦ Após atingir o pico, venderam em lotes de forma sincronizada, causando uma rápida correção de preço de US$0,652 para US$0,436, seguido de uma nova recuperação até US$0,61, um padrão típico de “subida e venda” com alta volatilidade.
3. Controle interno sobre a oferta principal
◦ Dados on-chain indicam que insiders suspeitos do PIPPIN controlam cerca de 80% do fornecimento de tokens através dessas carteiras relacionadas, sendo que aproximadamente metade é detida diretamente pela equipe central ou investidores iniciais. Essa concentração extrema de chips confere a poucos entidades o poder absoluto de definir o preço.
⚠️ Conclusão e aviso de risco
Embora não haja provas legais diretas de “manipulação”, a distribuição de posições, os padrões de transação e o desempenho de mercado do PIPPIN indicam que as operações das grandes baleias seguem o padrão de “controle de preço por uma única entidade através de divisão de posições”:
• Primeiro, concentram posições e manipulam o mercado para criar uma sensação de riqueza rápida;
• Depois, aproveitam o FOMO dos investidores de varejo, vendendo em lotes no topo;
• Por fim, provocam um colapso de preço, deixando os investidores de varejo como os “lastros”.
Esse padrão é altamente semelhante às estratégias de “cortar o rabo” de muitas moedas meme na história, e os investidores devem manter alta vigilância, evitando seguir cegamente as tendências.
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$PIPPIN
Do ponto de vista da análise on-chain e de dados públicos, as posições das grandes baleias do PIPPIN estão altamente concentradas, e existem ligações claras entre esses endereços, o que indica uma forte probabilidade de serem controlados pela mesma entidade (ou insiders/equipe do projeto) através de operações de divisão de posições para manipular o mercado.
🔍 Prova principal: características de coordenação entre carteiras relacionadas
1. Alta concentração de posições e ligação entre endereços
◦ Plataformas de análise blockchain como Bubblemaps monitorizam que 50 carteiras relacionadas foram criadas de forma concentrada num curto período de tempo, apresentando características evidentes de coordenação:
◦ Os fundos vêm todos da exchange HTX, com quantidades de SOL recebidas semelhantes;
◦ Sem registros de transações anteriores na blockchain, classificando-se como “carteiras novas”;
◦ Grandes retiradas de PIPPIN de exchanges centralizadas, com janelas de operação altamente coincidentes.
◦ Existem ainda 11 carteiras relacionadas à Bitget, que detêm cerca de 9% do fornecimento total, com padrões de fluxo de fundos muito semelhantes aos 50 endereços acima, suspeitando-se que sejam controladas pela mesma entidade.
2. Caminho organizado de “captação de fundos - manipulação de preço - venda”
◦ Essas carteiras relacionadas aumentaram suas posições simultaneamente no início de fevereiro, quando o preço estava em baixa (US$0,155), coletando assim chips a baixo custo;
◦ Depois, realizaram compras em grande volume para criar um “sinal de alta”, gerando FOMO entre investidores de varejo, impulsionando o preço de US$0,155 para US$0,736;
◦ Após atingir o pico, venderam em lotes de forma sincronizada, causando uma rápida correção de preço de US$0,652 para US$0,436, seguido de uma nova recuperação até US$0,61, um padrão típico de “subida e venda” com alta volatilidade.
3. Controle interno sobre a oferta principal
◦ Dados on-chain indicam que insiders suspeitos do PIPPIN controlam cerca de 80% do fornecimento de tokens através dessas carteiras relacionadas, sendo que aproximadamente metade é detida diretamente pela equipe central ou investidores iniciais. Essa concentração extrema de chips confere a poucos entidades o poder absoluto de definir o preço.
⚠️ Conclusão e aviso de risco
Embora não haja provas legais diretas de “manipulação”, a distribuição de posições, os padrões de transação e o desempenho de mercado do PIPPIN indicam que as operações das grandes baleias seguem o padrão de “controle de preço por uma única entidade através de divisão de posições”:
• Primeiro, concentram posições e manipulam o mercado para criar uma sensação de riqueza rápida;
• Depois, aproveitam o FOMO dos investidores de varejo, vendendo em lotes no topo;
• Por fim, provocam um colapso de preço, deixando os investidores de varejo como os “lastros”.
Esse padrão é altamente semelhante às estratégias de “cortar o rabo” de muitas moedas meme na história, e os investidores devem manter alta vigilância, evitando seguir cegamente as tendências.