Fim do ano, estou a regressar a casa e chega a época de pressionar para o casamento. Os meus pais arranjaram um encontro: “Esta rapariga é bonita, tem boas condições familiares, salário anual de mais de 20w.” No café onde nos encontramos, ela não larga o telemóvel, escolhe o pacote mais caro: “Gosto de viajar, podes levar-me à Europa?” Ao falar do futuro, ela pisca o olho: “A minha mãe diz que só se casa se tiver casa e carro. O dote deve ser pelo menos 50w.” Pergunto-lhe: “O que é que procuras em mim?” Ela sorri: “Seja honesto, não faças disparates.” Depois do almoço, ela diz: “Vamos dividir as contas, eu convido-te na próxima vez.” Mas só paga o seu café. Depois de pagar a conta, levanto-me: “Obrigado pelo aviso, no final do ano tenho de evitar os ‘bons condicionalismos’.” Ela corre atrás de mim: “Não vás embora, vamos conversar mais!” Eu balanço a cabeça: “Sobre o quê? A tua visão de consumo, ou o meu bolso?” Quando chego a casa, conto aos meus pais: “Não tenho pressa com encontros, é melhor evitar mulheres ruins. No próximo ano, vou procurar por mim mesmo, trocando sinceridade por sinceridade. Desde então, aprendi a reconhecer de imediato as ‘armadilhas por trás de palavras doces’.”

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