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Dólar a subir e a descer, por que é que as criptomoedas também “dançam”? Entenda este artigo para evitar armadilhas
Ao abrir o software de análise de criptomoedas, pode notar um fenómeno estranho: às vezes, quanto mais forte estiver o dólar, mais os preços do Bitcoin, Ethereum e outras moedas parecem cair; por outro lado, quando o dólar enfraquece, o mercado de criptomoedas pode ficar mais animado e subir. Qual é a relação entre o dólar e as criptomoedas? Por que é que cada movimento do dólar causa ondas no mercado cripto? Hoje, vamos explicar tudo de forma simples.
Primeiro, vamos falar da relação central entre ambos: o dólar é a “moeda forte” global, seja para liquidação de comércio internacional ou investimento transnacional, todos aceitam o dólar. As criptomoedas, por sua vez, parecem mais um “investimento de alto risco”, com oscilações de preço mais intensas do que ações ou fundos, sendo principalmente impulsionadas por capitais de especulação e procura de proteção. Estes dois são quase “inimigos”: quando o dólar se valoriza, as pessoas preferem trocar dinheiro por dólares para comprar títulos do governo ou depositar no banco, considerando mais seguro; assim, as criptomoedas, como ativos de alto risco, perdem atratividade e os preços naturalmente caem. Quando o dólar enfraquece, as pessoas temem que o valor do dólar diminua e procuram formas de preservar valor, com parte do capital entrando no mercado cripto, impulsionando os preços.
E o que determina a subida ou descida do dólar? Primeiro, o “humor” do Federal Reserve (Fed). Quando o Fed aumenta as taxas de juro, os juros de poupança sobem, e o capital global tende a correr para os EUA, valorizando o dólar; se o Fed imprime dinheiro (ou seja, faz afrouxamento quantitativo), há mais dólares no mercado, e o dólar desvaloriza. Por exemplo, em 2022, o Fed aumentou as taxas 7 vezes consecutivas, levando o índice do dólar a atingir 114, enquanto o Bitcoin caiu de 48 mil dólares para 16 mil dólares, uma queda dramática; já em 2020, com a impressão ilimitada de dinheiro, o índice do dólar caiu abaixo de 90, e o Bitcoin no final do ano atingiu 29 mil dólares. Além das políticas, os dados económicos dos EUA também são cruciais: uma inflação baixa (CPI), uma taxa de emprego forte (dados não agrícolas), crescimento do PIB, tudo indica uma economia forte, o que torna o dólar mais apetecível. Questões geopolíticas, como guerras ou tensões comerciais, também aumentam a procura por ativos seguros, e o dólar, como “porto seguro”, sobe com a procura.
Como é que a oscilação do dólar afeta as criptomoedas? Se o dólar se valoriza, primeiro o dinheiro sai do mercado cripto e vai para ativos em dólares, o “cofre” das criptos fica mais vazio, a liquidez diminui e os preços caem; além disso, o aumento das taxas de juro encarece o empréstimo, e muitos traders usam alavancagem ao investir em cripto, tornando-se mais relutantes a operar com custos mais altos, o que reduz a atividade do mercado; até as stablecoins atreladas ao dólar (como USDT) podem reduzir a oferta, afetando ainda mais as transações cripto. Por outro lado, quando o dólar enfraquece, as pessoas temem a inflação e a desvalorização do dólar, e usam as criptomoedas como “proteção contra a inflação”, especialmente o Bitcoin, muitas vezes chamado de “ouro digital”; além disso, com taxas de juro baixas, o custo de emprestar para investir em cripto diminui, aumentando o volume de negociações, e as stablecoins podem ser emitidas em maior quantidade, injetando mais fundos no mercado cripto e impulsionando os preços.
Para investidores comuns, que sinais devem acompanhar? Quanto aos dados, as decisões de taxa de juro do Fed a cada 6-8 semanas, os dados mensais de inflação (CPI), os dados de emprego não agrícola, e o índice do dólar em tempo real (DXY) são essenciais. Por exemplo, cada aumento de 1% no índice do dólar faz com que, em média, o valor de mercado das 50 principais criptomoedas caia 0,8%; boas notícias de emprego podem levar a expectativas de aumento de taxas pelo Fed, pressionando o mercado cripto. Também é importante acompanhar as notícias: declarações de política do Fed, mudanças nas tarifas comerciais globais, notícias geopolíticas, e sinais de sentimento do mercado, como o aumento do índice de pânico (VIX), geralmente fazem as criptomoedas também caírem; uma emissão em grande escala de stablecoins pode indicar que há fundos prontos para comprar na baixa.
Por fim, algumas dicas práticas de negociação: primeiro, observe o índice do dólar para identificar tendências, por exemplo, uma grande alta mensal pode indicar que o mercado cripto entrará em tendência de baixa, devendo-se agir com cautela; segundo, controle o risco, evitando usar muita alavancagem quando o dólar oscilar bastante, e até fazer operações de hedge, como vender cripto e comprar futuros de dólar para reduzir perdas; também, defina stops em fases, por exemplo, ao romper um nível importante do dólar, venda uma parte para evitar ficar com posições pesadas; além disso, em situações extremas, priorize manter as principais moedas com maior liquidez, evitando segurar altcoins pouco negociadas.
Resumindo, a relação entre o dólar e as criptomoedas é muito estreita. Compreender a lógica da subida e descida do dólar, aliada à análise de sinais de mercado e gestão de risco, é fundamental para evitar erros nas negociações cripto. Afinal, investir envolve riscos, especialmente em ativos de alta volatilidade como as criptomoedas. Quanto mais entender a lógica por trás, mais racional será na hora de decidir.