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Aula 8
O anfitrião de da Yibo fala sobre conhecimentos essenciais, guardando para ver com calma depois
Nas negociações de criptomoedas (como Bitcoin, Ethereum), como usar o “volume de negociação” (simplesmente, quanto de uma moeda foi comprado e vendido em um determinado período), pode ajudar a avaliar o mercado e evitar armadilhas.
Primeiro, vamos entender a base do volume de negociação: ele não é apenas um número, mas indica se o mercado está ativo, se as pessoas estão comprando ou vendendo (para validar a tendência de preço), se é possível comprar e vender facilmente (liquidez), e também reflete o sentimento do mercado (por exemplo, um aumento repentino no volume pode indicar pânico de venda ou uma corrida louca para comprar). Além disso, diferentes moedas têm volumes de negociação muito diferentes; por exemplo, o volume de Bitcoin é maior do que o de outras moedas principais combinadas, enquanto algumas moedas podem parecer ter uma capitalização de mercado alta, mas com volume de negociação muito baixo, devendo-se ter cuidado ao comprar. Além disso, o volume de negociação é dividido em tipos como spot e derivativos (como futuros), e os dados precisam ser limpos antes de serem utilizados.
Depois, está a relação “preço e volume”: quando o preço sobe, o volume também aumenta, indicando que a alta é confiável, com muitos compradores; se o preço sobe mas o volume não acompanha, pode estar no topo (divergência de topo). Por outro lado, quando o preço cai e o volume aumenta, indica muitos vendedores e a tendência de queda pode continuar; se o preço cai mas o volume diminui, pode estar perto do fundo (divergência de fundo). Além disso, quando o preço rompe níveis importantes, o volume deve aumentar para confirmar a ruptura, caso contrário, pode ser uma falsa quebra.
A seguir, o uso prático do volume de negociação: primeiro, para analisar tendências — por exemplo, quando o preço sobe e o volume aumenta, a tendência é forte; durante consolidação, o volume diminui, indicando que todos estão observando. Segundo, para validar que uma quebra de resistência ou suporte é real — se uma moeda rompe um nível importante com volume muito maior que o normal, é mais provável que continue a subir ou cair; caso contrário, pode voltar rapidamente. Terceiro, para identificar topos e fundos — por exemplo, após uma alta prolongada, um volume gigante pode indicar topo; após uma longa queda, um aumento repentino no volume pode indicar que o fundo está próximo.
Ferramentas avançadas incluem o indicador OBV, que combina variações de preço com volume para mostrar se o fluxo de fundos está entrando ou saindo; também o VWAP (preço médio ponderado pelo volume), útil tanto para investidores institucionais quanto para investidores de varejo avaliarem o momento de compra e venda. Além disso, é possível usar dados da blockchain (como transferências de grandes quantidades ou fluxos de fundos em exchanges) para verificar se o volume é real, evitando ser enganado por dados falsos.
Por fim, como evitar armadilhas relacionadas ao volume: alguns exchanges podem manipular “volume falso” (comprando e vendendo entre si para inflar os números); podemos comparar dados de diferentes plataformas ou verificar registros de transferências na blockchain para identificar isso. Também há interferências de outros mercados (como diferentes fusos horários com níveis de atividade distintos, ou arbitragem que faz o volume parecer maior do que realmente é), sendo importante aprender a distinguir entre demanda real e sinais falsos. Além disso, em condições extremas de mercado (como altas ou baixas abruptas de preço), os dados de volume podem ser imprecisos; nesse caso, é aconselhável usar outros indicadores para ajudar na análise ou até pausar as negociações para evitar riscos.