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As vídeos viciantes que estás a ver podem estar a apontar para a tua carteira
Recentemente, no Instagram e em vídeos curtos, surgiram uma série de personagens com estilos estranhos: o que é “George Biorobô”, o que é “Corgi Executor”… O conteúdo é cada vez mais absurdo, seja uma sátira a celebridades ou com conotações racistas. Talvez já tenhas visto, e ao franzires a testa pensaste: “Que piada de mau gosto é esta?”
Mas talvez não saibas que estas coisas aparentemente absurdas escondem uma cadeia de “colheita” altamente sofisticada. São criadas sistematicamente com dois objetivos: tirar a tua atenção e esvaziar a tua carteira.
Tudo isto está ligado a três elementos: criptomoedas pouco reguladas, ferramentas de IA acessíveis e sistemas de recomendação algorítmica.
1. Primeira etapa da cadeia: criar uma “moeda”
Este negócio geralmente começa numa plataforma de criptomoedas. Lá, qualquer pessoa pode criar um token virtual em poucos minutos, com nomes aleatórios, como FLOYDAI, KIRKINATOR.
2. Segunda etapa: usar IA para gerar “isca viral”
Depois de criar a moeda, é preciso que as pessoas saibam dela. Assim, os criadores vão a círculos pequenos, discutem como fazer a moeda “viralizar”. A forma mais rápida? Usar IA para gerar em massa vídeos curtos provocativos e ofensivos. Quanto mais extremos, melhor, porque ódio e controvérsia atraem visualizações naturalmente.
3. Terceira etapa: “envenenar” com algoritmos, esperando que morda o anzol
Estes vídeos são enviados às redes sociais. O algoritmo percebe: “Hmm, este vídeo tem muita controvérsia, comentários, bom tempo de visualização, é conteúdo de qualidade!” Então, recomenda-o fortemente, fazendo-o aparecer na tua feed.
Tu ficas confuso, até com alguma repulsa, mas os números de interação aumentam. Cada pausa, cada franzir de testa, alimenta a “popularidade” desta moeda.
4. Última etapa: colher os lucros e desaparecer
Quando mais pessoas, movidas pela curiosidade, procuram e discutem, o preço da moeda sobe por alguns poucos insiders. Quando os incautos entram na jogada, os primeiros criadores vendem tudo de uma vez, embolsam o dinheiro e desaparecem. O valor despenca, deixando apenas lixo e muitos investidores de boa-fé a perder dinheiro.
O mais assustador é que este método já está “automatizado”.
Hoje, quase qualquer meme ou símbolo cultural que apareça, mesmo que inicialmente seja criado por utilizadores sem intenção, pode ser registado como uma criptomoeda em poucos minutos. Depois, alguém usa IA para criar conteúdos relacionados, tentando inflacionar a moeda, só para ganhar dinheiro fácil na confusão.
Estamos a perder o “internet real”.
Quando cada tendência popular pode ser uma armadilha criada para lucrar, ainda podes confiar nas trending topics? Quando conteúdos extremos e ofensivos são repetidamente empurrados pelos algoritmos só porque geram tráfego, que tipo de ambiente online estamos a construir?
Isto não é só uma questão de perdas financeiras. É a nossa atenção, emoções e até o discurso público a serem explorados em larga escala por um “sistema de poluição”.
É hora de acordar. Da próxima vez que vires um “tópico quente” estranho e desconfortável, não te deixes levar. Para e pensa: por trás disto, não há mais uma olhadela que te está a observar, a tua carteira?
A internet não deve ser uma fraude contra todos. Conhece este esquema, não deixes que a tua curiosidade e boa vontade se tornem armas de outros para te explorar.