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#JustinSunSuesWorldLibertyFinancial Bilionário de Criptomoedas Justin Sun Processa Família Trump, World Liberty Financial, Acusando Extorsão e Esquema Ilegal
Em uma grande escalada legal que abala o mundo das criptomoedas, o bilionário empreendedor Justin Sun entrou com uma ação contra a World Liberty Financial (WLF), a venture de ativos digitais cofundada pelo presidente dos EUA Donald Trump e seus filhos. A ação, protocolada em 21 de abril de 2026, na Corte Distrital dos EUA para o Distrito Norte da Califórnia, acusa a empresa de administrar um "esquema ilegal" para apreender seus ativos digitais por meio de extorsão, fraude e manipulação técnica.
De Investidor Âncora a Autor
Sun, fundador da blockchain TRON e um proeminente bilionário de criptomoedas, investiu um total de $45 milhão em tokens WLFI entre o final de 2024 e o início de 2025, adquirindo aproximadamente três bilhões de tokens. Após ser nomeado conselheiro do projeto, recebeu adicionalmente um bilhão de tokens, elevando seu portfólio total para quatro bilhões de tokens WLFI. Segundo cálculos da Reuters, essa participação está atualmente avaliada em cerca de $320 milhão, embora Sun afirme que seu valor máximo ultrapassou $1 bilhão.
Sun tornou-se o maior apoiador público conhecido da WLF em um momento crítico, pois a venda inicial de tokens do projeto tinha dificuldades para ganhar impulso. Sua entrada ajudou a reviver a confiança dos investidores e, por fim, contribuiu para que o projeto levantasse cerca de $550 milhão.
Principais Acusações: Congelamento Ilegal, Ameaças de Queima e Extorsão
A ação centra-se na alegação de Sun de que a World Liberty secretamente incorporou uma "função de lista negra de porta dos fundos" no contrato inteligente do seu token de governança WLFI. Essa funcionalidade, Sun alega, deu à WLF poder unilateral de congelar, restringir e efetivamente confiscar os direitos de propriedade de qualquer detentor de tokens sem motivo, aviso prévio ou recurso.
Sun afirma que em setembro de 2025, logo após os tokens WLFI se tornarem negociáveis, sua carteira foi colocada na lista negra e suas participações foram congeladas, impedindo-o de vender quaisquer tokens. A ação ainda alega que a WLF o despojou de seus direitos de voto de governança e ameaçou "queimar" — ou excluir — suas participações permanentemente, mesmo enquanto os tokens permaneciam em sua carteira digital.
De acordo com a denúncia, o relacionamento azedou após Sun recusar repetidas pressões de representantes da WLF entre abril e julho de 2025 para comprometer capital adicional. Especificamente, Sun alega que a WLF exigiu que ele investisse $200 milhão para cunhar e promover sua stablecoin atrelada ao dólar, USD1, na rede TRON, e também buscava uma participação acionária na holding da WLF.
Quando Sun recusou, a ação afirma que os principais da WLF se tornaram hostis. Em setembro de 2025, o cofundador Chase Herro supostamente ameaçou queimar os tokens de Sun — então avaliados em $776 milhão — e posteriormente ameaçou denunciar Sun às autoridades criminais se ele tentasse reivindicar seus direitos. Os advogados de Sun caracterizaram isso como "uma tática de pressão que por si só qualifica como extorsão criminal".
A denúncia de Sun também alega que a WLF está "à beira do colapso" e em um estado de "insolvência financeira severa". Ele aponta para um empréstimo recente que a WLF fez usando tokens WLFI como garantia, questionando se a empresa possui reservas suficientes para sustentar sua stablecoin USD1.
Resposta da World Liberty Financial
A WLF negou veementemente as alegações de Sun. O CEO e cofundador Zach Witkoff chamou a ação de "totalmente infundada" e de uma "tentativa desesperada de desviar a atenção de má conduta própria de Sun", acrescentando que "a World Liberty espera que o caso seja rapidamente rejeitado".
Eric Trump, também cofundador, respondeu no X com uma observação desdenhosa: "A única coisa mais ridícula do que essa ação é gastar $6 milhão em uma banana colada na parede com fita adesiva" — uma referência à compra feita por Sun em novembro de 2024 da obra de arte "Comedian", de Maurizio Cattelan, que ele posteriormente comeu.
A WLF não detalhou as supostas condutas incorretas atribuídas a Sun. No entanto, segundo a denúncia, a WLF acusou privadamente Sun de causar uma queda de 40% no preço do WLFI, de realizar vendas a descoberto, atuar como comprador de fachada e possuir documentação KYC inadequada — alegações que Sun nega por não serem suportadas.
Disputa de Governança e Implicações Mais Amplas
A ação também aborda uma proposta de governança apresentada pela WLF em 15 de abril de 2026, contra a qual Sun se opõe fortemente. A proposta exigiria que os detentores de tokens aceitassem novos termos ou enfrentassem bloqueios indefinidos de tokens, impondo um período de cliff de dois anos e um cronograma de vesting de dois anos para os compradores iniciais, além de queimar permanentemente 10% de todos os tokens de conselheiros. Sun afirma que não pode votar contra a proposta porque seus tokens permanecem congelados.
Essa batalha legal aumenta o escrutínio sobre a WLF. Segundo uma análise da Reuters, a WLF gerou mais de $1 bilhão em receita para a família Trump, cujos estatutos determinam que 75% dos recursos obtidos na venda de tokens WLFI são destinados a eles. O projeto também enfrentou meses de reclamações de investidores sobre sua falta de transparência e estrutura de governança centralizada.
Sun declarou publicamente que continua "um apoiador fervoroso do presidente Trump e dos esforços de seu governo para tornar a América mais amigável às criptomoedas", mas insiste que certos indivíduos que administram a WLF desviaram-se dos valores de Trump.
Pedido de Reparação
Sun solicita que o tribunal descongele seus tokens, restabeleça seus direitos de voto de governança, conceda danos monetários não especificados pelos "centenas de milhões de dólares em prejuízos" que afirma ter sofrido, e impeça a WLF de queimar ou onerar suas participações.
O caso, Sun contra World Liberty Financial LLC (Número do Processo 26-cv-03360), está em andamento. A WLF ainda não apresentou uma resposta formal na corte.