Um amigo acrescentou uma rapariga que vendia rimas na berma da estrada, ao almoço combinaram de comer juntos.


Depois, reservaram um restaurante para comer de acordo com a vontade da rapariga.
Assim que se sentaram, a rapariga disse: ‘Tenho alguns familiares e amigos que estavam a passear nas proximidades há pouco tempo,
quero chamá-los para comerem juntos’.
O amigo concordou, dizendo que não fazia mal conhecê-los antes.
Em poucos minutos, os familiares apareceram todos, eram todas raparigas.
Oito pessoas, exatamente uma mesa, e pediram comida sem cerimónia, praticamente pediram cada prato uma vez,
no total, pediram dezoito pratos. Depois de alguns minutos após fazerem os pedidos,
o amigo perguntou diretamente à rapariga: ‘Achavas que estamos num relacionamento amoroso agora?’
Ela olhou para o amigo e disse: ‘Para ser honesta, ainda não tenho muita afinidade contigo, quase nada.
Mas se te comportares bem, posso considerar-te’.
Ao ouvir isso, o amigo imediatamente disse: ‘Esquece, não quero atrapalhar a tua reunião familiar, vou embora’.
E levantou-se de repente.
A rapariga ficou completamente atónita, apressou-se a segurar o amigo,
dizendo: ‘Ainda não compraste o teu, vamos comer um pouco juntos. Por que estás a sair tão cedo?’
O amigo, sem saber o que dizer, respondeu: ‘Como não temos qualquer relação,
por que haveria eu de convidar os teus familiares para comer?’, e saiu imediatamente.
A rapariga ficou ali com os familiares, parecendo uma tola.
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