Irão sofre o maior ataque cibernético da sua história durante os bombardeamentos EUA-Irão


—— Guerra moderna, a guerra cibernética em primeiro plano
28 de fevereiro, juntamente com a “Operação Fúria Épica” e a “Operação Rugido do Leão” lançadas pelos militares dos EUA e do exército de defesa de Israel contra o Irão, o país sofreu o maior e mais destrutivo ataque cibernético coordenado da sua história. Esta operação cibernética não é um complemento de um ataque militar, mas sim a “primeira ofensiva” e componente-chave de toda a operação, com o objetivo de paralisar o “sistema nervoso digital” do Irão e criar um campo de batalha unidirecional transparente para ataques físicos subsequentes.
Este ataque cibernético apresenta uma complexidade e destrutividade sem precedentes, manifestando-se principalmente numa “tripla ofensiva”: primeiro, uma desconexão nacional e paralisia das infraestruturas. Segundo, ataques híbridos multidimensionais. Terceiro, infiltração prolongada e pré-posicionamento localizado. A operação é considerada o culminar de uma série de ataques cibernéticos iniciados em janeiro, sendo que os ataques anteriores contra as transmissões por satélite do governo iraniano provavelmente serviram de reconhecimento prévio e testes táticos para esta grande operação.
Este ataque visa alcançar o objetivo estratégico de eliminar o “centro nervoso” do Irão, com uma seleção de alvos altamente tática e estrategicamente direcionada, visando os efeitos de “cegueira”, “mudez” e “paralisia”. O
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