A Vinha do Vinho


Tang·Li Bai
Tu não vês as águas do Rio Amarelo vindo do céu, correndo veloz até ao mar e sem voltar.
Tu não vês o espelho brilhante na grande sala, triste pelos cabelos brancos, de manhã como fios de ébano, à noite já como neve.
Na vida, quando se está no auge, deve-se aproveitar ao máximo, não deixando o cálice de ouro vazio perante a lua.
O meu talento nasceu comigo, certamente terá utilidade; mesmo que gaste uma fortuna, ela voltará a mim.
Cozinhar ovelhas e abater bois é uma alegria, às vezes é preciso beber trezentos copos de uma só vez.
Cen Fuzi, Dan Qiusheng, vamos beber vinho, não parem de levantar os copos.
Vou cantar uma canção para ti, peço que escutes com atenção.
Tambores e sinos, pratos de jade não são valiosos, desejo apenas ficar bêbado para sempre e não acordar.
Desde os tempos antigos, sábios e santos vivem na solidão, apenas os bêbados deixam seu nome.
O rei Chen costumava fazer banquetes em Pingle, com dez mil taças de vinho, desfrutando de alegria sem limites.
Por que o anfitrião fala que há pouco dinheiro? Basta comprar vinho e brindar contigo.
Cavalo de cinco cores, peles de mil moedas,
Chama o rapaz para trocar por bom vinho, e juntos dissipar as tristezas de mil anos.
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