Ao falar de investimentos, as pessoas costumam ouvir duas opiniões: uma é a filosofia de valor de “comprar boas ações e manter para toda a vida”, e a outra é a mentalidade de negociação diária de “day trading para lucros rápidos”. Mas na prática, o investimento em valor exige paciência, enquanto o day trading é de alto risco, quase como apostar. Na verdade, há uma opção mais prática entre os dois — a técnica de operação por ondas, adequada para investidores que desejam lucrar de forma estável com as oscilações do mercado a curto prazo.
Operação por ondas vs outros métodos de negociação, por que a maioria escolhe ondas?
O ciclo de operação por ondas geralmente dura de algumas semanas a vários meses, não sendo necessário monitorar o mercado o tempo todo. Aproveitando os ciclos de alta e baixa do mercado financeiro, comprar barato e vender caro gera lucros. Em comparação, investir em ações para dividendos é mais lento, o day trading tem riscos elevados, enquanto a operação por ondas fica no meio, sendo a forma mais comum de acumular riqueza.
O ponto-chave é que uma operação por ondas bem-sucedida não busca lucros exorbitantes; obter cerca de 50% de retorno de forma consistente já é considerado sucesso. Essa mentalidade torna o risco controlável — você não precisa comprar no ponto mais baixo nem vender no mais alto, basta capturar o movimento principal.
Os quatro passos essenciais da técnica de operação por ondas
Primeiro passo: estudar eventos cíclicos do mercado
A base da operação por ondas é identificar “eventos de fermentação prolongada”. Esses eventos incluem mudanças nos fundamentos do setor, ciclos de aumento e redução de juros, avanços tecnológicos, entre outros. Como esses eventos não terminam de repente em curto prazo, o momento de entrada e saída é mais flexível, diferente do day trading, que exige decisões rápidas, ou do investimento em valor, que demanda paciência longa.
Acompanhar notícias diariamente, entender políticas econômicas e tendências setoriais ajuda a identificar esses “eventos de fermentação longa”. Com esse hábito, as oportunidades de operação por ondas surgirão naturalmente.
Segundo passo: selecionar ativos com tendência forte e liquidez suficiente
Nem todos os ativos são adequados para operação por ondas. A dica para escolher ativos é procurar por aqueles com tendência estável, clara e direção consistente. Ações com baixo volume de negociação tendem a não conseguir vender facilmente em quedas de preço, portanto, a liquidez deve ser suficiente.
Especificamente, ativos como índices de mercado, índices setoriais, câmbio, ouro, são indicados. Já ações individuais geralmente não são ideais, pois podem ser influenciadas por fatores isolados ou manipuladas por grandes players. Se for fazer operação por ondas em ações, recomenda-se escolher apenas ações de grande capitalização, como Apple (AAPL), Microsoft (MSFT), TSMC, entre as líderes do setor, que têm maior resistência a riscos.
Terceiro passo: dominar análise técnica para determinar o momento de compra e venda
Embora a análise fundamental seja importante na operação por ondas, o fator decisivo é a análise técnica. Indicadores comuns incluem MACD, KD, Bandas de Bollinger, usados para identificar tendências; níveis de suporte e resistência ajudam a determinar pontos precisos de entrada e saída.
Além disso, é importante considerar o sentimento do mercado. Quando um ativo oscila por um período (por exemplo, entre 20 e 30 unidades) e de repente alguém compra em grande quantidade a um preço mais alto (como 35), isso indica forte confiança dos compradores na continuidade da alta, formando um “impulso”. Nesse momento, basta verificar se isso é um “evento de fermentação longa” para aumentar as chances de sucesso.
Quarto passo: estabelecer stops e limites de lucro razoáveis
Nunca se deve sonhar em comprar no ponto mais baixo e vender no mais alto. Definir stops e limites de lucro adequados é essencial para capturar o movimento principal e garantir lucros consistentes. Stops protegem o capital, limites de lucro garantem ganhos — ambos são ferramentas indispensáveis de gestão de risco.
Cinco dicas de operação por ondas para lucrar com ciclos de mercado
Ciclos de alta e baixa de juros e variações cambiais
A política de juros do Federal Reserve (Fed) é baseada em problemas econômicos de longo prazo — inflação e emprego. Esses problemas não se resolvem de imediato, portanto, ciclos de aumento e redução de juros duram mais de meio ano ou até mais de um ano.
A lógica de investimento é: após o início de um ciclo de alta de juros, comprar dólar para lucrar com a valorização, que costuma durar meses. Não é preciso prever exatamente até onde o dólar vai subir, basta acompanhar se os problemas que motivaram o aumento de juros começam a se aliviar. Por exemplo, quando a inflação começa a recuar, pode-se encerrar a posição. Essas operações têm alta taxa de acerto, pois seguem a tendência fundamental.
Acompanhar avanços tecnológicos disruptivos no setor
Em final de 2022, o lançamento do ChatGPT foi visto como uma mudança na busca por informações, ameaçando até o Google. Mesmo que não se concretize totalmente, o mercado investirá nesse setor por um bom tempo. Investir em ativos desse setor, como ETFs ou índices, costuma ser lucrativo.
Porém, é fácil se confundir com ações que apenas “seguem a moda”. Portanto, a melhor estratégia é investir em ETFs ou índices do indústria, e não em ações específicas. O momento de saída pode ser quando o preço ultrapassar a máxima anterior ou antes de divulgar resultados financeiros, pois o hype pode exagerar. O importante é não ser ganancioso, deixar a “peixe maior” para outros.
Setores com desequilíbrio de oferta e demanda de longo prazo
Produtos com ciclos de produção longos, como commodities agrícolas ou semicondutores, tendem a apresentar desequilíbrios de oferta e demanda difíceis de resolver rapidamente. Por exemplo, a guerra na Ucrânia afetou o fornecimento de alimentos, tornando lucrativo investir em soja, trigo, milho (futuros). Problemas na cadeia de chips, com produção limitada e tempo de construção de fábricas, também criam oportunidades de operação por ondas.
A saída deve ser avaliada com base no ciclo de produção: produtos agrícolas duram meses, então uma operação de semanas é suficiente; problemas de chips podem durar 1-2 anos, então o ciclo de investimento é de meses. Produtos como máscaras (produção rápida), petróleo (com preços controlados por produção e consumo) têm ciclos muito rápidos, não sendo ideais para operação por ondas, sendo mais adequados para negociações de curto prazo.
Ativos de proteção em políticas de QE e QT
O crescimento do PIB global é limitado, pois a economia real depende do valor criado pelas pessoas. O volume de capital global pode ser manipulado pelos governos, que imprimem dinheiro à vontade. Por exemplo, em 2020, os EUA imprimiram US$4,5 trilhões em pouco tempo, fazendo o dólar se multiplicar, mas os ativos reais não cresceram na mesma proporção, reduzindo o poder de compra da moeda. Nessa situação, as pessoas buscam ouro, Bitcoin e outros ativos de valor fixo ou com oferta controlada para proteger o patrimônio.
Esses ativos são ideais para operações de compra e venda em resposta a políticas de QE ou QT. O momento de saída pode ser em alguns meses ou até meio ano, pois a direção da política não muda rapidamente. O mesmo vale para imóveis em áreas centrais — quando o dinheiro perde valor, esses bens se tornam mais valiosos.
Ações em tendência de alta
Embora os fundamentos determinem a tendência de longo prazo, o sentimento do mercado também importa na operação por ondas. Investidores relutam em admitir perdas, buscando manter posições por mais tempo, e as médias móveis representam o custo médio de investidores ao longo do tempo. Assim, a operação por ondas exige “comprar na força e vender na fraqueza”, especialmente após períodos de consolidação, quando uma ação rompe uma resistência anterior.
Quando um ativo oscila entre 20 e 30 unidades e de repente alguém compra a 35 com entusiasmo, isso indica forte confiança na continuidade da alta, formando um “impulso”. Se essa for uma “longa fermentação”, a probabilidade de sucesso aumenta bastante.
Ferramenta de contratos por diferença (CFD): potencializando os lucros por ondas
Embora as dicas anteriores tenham alta taxa de acerto, alguns mercados têm oscilações limitadas, como o câmbio, que às vezes varia apenas 10%. Para esses casos, os contratos por diferença (CFD) são uma excelente alternativa.
CFD não envolve possuir o ativo diretamente, mas sim negociar a sua variação de preço. É semelhante a futuros, mas muito mais seguro — o risco máximo é perder o capital investido, sem saldo negativo. Além disso, permite posições longas e curtas, com alavancagem flexível, chegando até 200 vezes.
Por exemplo, em 2022, o Fed começou a subir juros, e o dólar subiu cerca de 15% até outubro, quando foi divulgado o CPI de setembro. Com uma alavancagem de 10x, o lucro seria de 150%. Essa estratégia baseada na tendência geral é de baixo risco e ideal para operar com CFD.
Vantagens do CFD na operação por ondas:
✔️ Alavancagem moderada para ampliar ganhos, mesmo com pouco capital
✔️ Sem risco de endividamento por eventos inesperados, risco máximo é o capital investido
✔️ Permite posições longas e curtas, operação ágil e flexível
Resumo das dicas de operação por ondas
A operação por ondas é uma estratégia de seguir a tendência, adequada para a maioria dos investidores. Em vez de se preocupar com movimentos de curto prazo, é melhor acompanhar as tendências de longo prazo e esperar os lucros. Desde a identificação de eventos cíclicos, seleção de ativos, análise técnica até gestão de riscos, dominar essas técnicas permite obter lucros estáveis no mercado.
O mais importante é manter uma observação constante do mercado, acumular experiência e combinar intuição com dados, assim você encontrará seu ritmo na operação por ondas.
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Domine as técnicas de operação de ondas e utilize eventos periódicos para obter lucros estáveis
Ao falar de investimentos, as pessoas costumam ouvir duas opiniões: uma é a filosofia de valor de “comprar boas ações e manter para toda a vida”, e a outra é a mentalidade de negociação diária de “day trading para lucros rápidos”. Mas na prática, o investimento em valor exige paciência, enquanto o day trading é de alto risco, quase como apostar. Na verdade, há uma opção mais prática entre os dois — a técnica de operação por ondas, adequada para investidores que desejam lucrar de forma estável com as oscilações do mercado a curto prazo.
Operação por ondas vs outros métodos de negociação, por que a maioria escolhe ondas?
O ciclo de operação por ondas geralmente dura de algumas semanas a vários meses, não sendo necessário monitorar o mercado o tempo todo. Aproveitando os ciclos de alta e baixa do mercado financeiro, comprar barato e vender caro gera lucros. Em comparação, investir em ações para dividendos é mais lento, o day trading tem riscos elevados, enquanto a operação por ondas fica no meio, sendo a forma mais comum de acumular riqueza.
O ponto-chave é que uma operação por ondas bem-sucedida não busca lucros exorbitantes; obter cerca de 50% de retorno de forma consistente já é considerado sucesso. Essa mentalidade torna o risco controlável — você não precisa comprar no ponto mais baixo nem vender no mais alto, basta capturar o movimento principal.
Os quatro passos essenciais da técnica de operação por ondas
Primeiro passo: estudar eventos cíclicos do mercado
A base da operação por ondas é identificar “eventos de fermentação prolongada”. Esses eventos incluem mudanças nos fundamentos do setor, ciclos de aumento e redução de juros, avanços tecnológicos, entre outros. Como esses eventos não terminam de repente em curto prazo, o momento de entrada e saída é mais flexível, diferente do day trading, que exige decisões rápidas, ou do investimento em valor, que demanda paciência longa.
Acompanhar notícias diariamente, entender políticas econômicas e tendências setoriais ajuda a identificar esses “eventos de fermentação longa”. Com esse hábito, as oportunidades de operação por ondas surgirão naturalmente.
Segundo passo: selecionar ativos com tendência forte e liquidez suficiente
Nem todos os ativos são adequados para operação por ondas. A dica para escolher ativos é procurar por aqueles com tendência estável, clara e direção consistente. Ações com baixo volume de negociação tendem a não conseguir vender facilmente em quedas de preço, portanto, a liquidez deve ser suficiente.
Especificamente, ativos como índices de mercado, índices setoriais, câmbio, ouro, são indicados. Já ações individuais geralmente não são ideais, pois podem ser influenciadas por fatores isolados ou manipuladas por grandes players. Se for fazer operação por ondas em ações, recomenda-se escolher apenas ações de grande capitalização, como Apple (AAPL), Microsoft (MSFT), TSMC, entre as líderes do setor, que têm maior resistência a riscos.
Terceiro passo: dominar análise técnica para determinar o momento de compra e venda
Embora a análise fundamental seja importante na operação por ondas, o fator decisivo é a análise técnica. Indicadores comuns incluem MACD, KD, Bandas de Bollinger, usados para identificar tendências; níveis de suporte e resistência ajudam a determinar pontos precisos de entrada e saída.
Além disso, é importante considerar o sentimento do mercado. Quando um ativo oscila por um período (por exemplo, entre 20 e 30 unidades) e de repente alguém compra em grande quantidade a um preço mais alto (como 35), isso indica forte confiança dos compradores na continuidade da alta, formando um “impulso”. Nesse momento, basta verificar se isso é um “evento de fermentação longa” para aumentar as chances de sucesso.
Quarto passo: estabelecer stops e limites de lucro razoáveis
Nunca se deve sonhar em comprar no ponto mais baixo e vender no mais alto. Definir stops e limites de lucro adequados é essencial para capturar o movimento principal e garantir lucros consistentes. Stops protegem o capital, limites de lucro garantem ganhos — ambos são ferramentas indispensáveis de gestão de risco.
Cinco dicas de operação por ondas para lucrar com ciclos de mercado
Ciclos de alta e baixa de juros e variações cambiais
A política de juros do Federal Reserve (Fed) é baseada em problemas econômicos de longo prazo — inflação e emprego. Esses problemas não se resolvem de imediato, portanto, ciclos de aumento e redução de juros duram mais de meio ano ou até mais de um ano.
A lógica de investimento é: após o início de um ciclo de alta de juros, comprar dólar para lucrar com a valorização, que costuma durar meses. Não é preciso prever exatamente até onde o dólar vai subir, basta acompanhar se os problemas que motivaram o aumento de juros começam a se aliviar. Por exemplo, quando a inflação começa a recuar, pode-se encerrar a posição. Essas operações têm alta taxa de acerto, pois seguem a tendência fundamental.
Acompanhar avanços tecnológicos disruptivos no setor
Em final de 2022, o lançamento do ChatGPT foi visto como uma mudança na busca por informações, ameaçando até o Google. Mesmo que não se concretize totalmente, o mercado investirá nesse setor por um bom tempo. Investir em ativos desse setor, como ETFs ou índices, costuma ser lucrativo.
Porém, é fácil se confundir com ações que apenas “seguem a moda”. Portanto, a melhor estratégia é investir em ETFs ou índices do indústria, e não em ações específicas. O momento de saída pode ser quando o preço ultrapassar a máxima anterior ou antes de divulgar resultados financeiros, pois o hype pode exagerar. O importante é não ser ganancioso, deixar a “peixe maior” para outros.
Setores com desequilíbrio de oferta e demanda de longo prazo
Produtos com ciclos de produção longos, como commodities agrícolas ou semicondutores, tendem a apresentar desequilíbrios de oferta e demanda difíceis de resolver rapidamente. Por exemplo, a guerra na Ucrânia afetou o fornecimento de alimentos, tornando lucrativo investir em soja, trigo, milho (futuros). Problemas na cadeia de chips, com produção limitada e tempo de construção de fábricas, também criam oportunidades de operação por ondas.
A saída deve ser avaliada com base no ciclo de produção: produtos agrícolas duram meses, então uma operação de semanas é suficiente; problemas de chips podem durar 1-2 anos, então o ciclo de investimento é de meses. Produtos como máscaras (produção rápida), petróleo (com preços controlados por produção e consumo) têm ciclos muito rápidos, não sendo ideais para operação por ondas, sendo mais adequados para negociações de curto prazo.
Ativos de proteção em políticas de QE e QT
O crescimento do PIB global é limitado, pois a economia real depende do valor criado pelas pessoas. O volume de capital global pode ser manipulado pelos governos, que imprimem dinheiro à vontade. Por exemplo, em 2020, os EUA imprimiram US$4,5 trilhões em pouco tempo, fazendo o dólar se multiplicar, mas os ativos reais não cresceram na mesma proporção, reduzindo o poder de compra da moeda. Nessa situação, as pessoas buscam ouro, Bitcoin e outros ativos de valor fixo ou com oferta controlada para proteger o patrimônio.
Esses ativos são ideais para operações de compra e venda em resposta a políticas de QE ou QT. O momento de saída pode ser em alguns meses ou até meio ano, pois a direção da política não muda rapidamente. O mesmo vale para imóveis em áreas centrais — quando o dinheiro perde valor, esses bens se tornam mais valiosos.
Ações em tendência de alta
Embora os fundamentos determinem a tendência de longo prazo, o sentimento do mercado também importa na operação por ondas. Investidores relutam em admitir perdas, buscando manter posições por mais tempo, e as médias móveis representam o custo médio de investidores ao longo do tempo. Assim, a operação por ondas exige “comprar na força e vender na fraqueza”, especialmente após períodos de consolidação, quando uma ação rompe uma resistência anterior.
Quando um ativo oscila entre 20 e 30 unidades e de repente alguém compra a 35 com entusiasmo, isso indica forte confiança na continuidade da alta, formando um “impulso”. Se essa for uma “longa fermentação”, a probabilidade de sucesso aumenta bastante.
Ferramenta de contratos por diferença (CFD): potencializando os lucros por ondas
Embora as dicas anteriores tenham alta taxa de acerto, alguns mercados têm oscilações limitadas, como o câmbio, que às vezes varia apenas 10%. Para esses casos, os contratos por diferença (CFD) são uma excelente alternativa.
CFD não envolve possuir o ativo diretamente, mas sim negociar a sua variação de preço. É semelhante a futuros, mas muito mais seguro — o risco máximo é perder o capital investido, sem saldo negativo. Além disso, permite posições longas e curtas, com alavancagem flexível, chegando até 200 vezes.
Por exemplo, em 2022, o Fed começou a subir juros, e o dólar subiu cerca de 15% até outubro, quando foi divulgado o CPI de setembro. Com uma alavancagem de 10x, o lucro seria de 150%. Essa estratégia baseada na tendência geral é de baixo risco e ideal para operar com CFD.
Vantagens do CFD na operação por ondas:
✔️ Alavancagem moderada para ampliar ganhos, mesmo com pouco capital
✔️ Sem risco de endividamento por eventos inesperados, risco máximo é o capital investido
✔️ Permite posições longas e curtas, operação ágil e flexível
Resumo das dicas de operação por ondas
A operação por ondas é uma estratégia de seguir a tendência, adequada para a maioria dos investidores. Em vez de se preocupar com movimentos de curto prazo, é melhor acompanhar as tendências de longo prazo e esperar os lucros. Desde a identificação de eventos cíclicos, seleção de ativos, análise técnica até gestão de riscos, dominar essas técnicas permite obter lucros estáveis no mercado.
O mais importante é manter uma observação constante do mercado, acumular experiência e combinar intuição com dados, assim você encontrará seu ritmo na operação por ondas.