SAO PAULO/RIO DE JANEIRO, 24 de fev (Reuters) - Pelo menos 22 pessoas morreram após fortes chuvas atingirem o estado de Minas Gerais, no sudeste do Brasil, informou nesta terça-feira as autoridades locais.
O corpo de bombeiros confirmou 16 mortes na cidade de Juiz de Fora e seis em Uba, a cerca de 110 km de distância.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu suas condolências em uma publicação na X. “Nosso foco é garantir assistência humanitária, a restauração dos serviços básicos, apoio às pessoas deslocadas e ajuda na reconstrução”, escreveu.
Cerca de 440 pessoas foram deslocadas em Juiz de Fora, informou a prefeitura, pois a chuva provocou enchentes e deslizamentos de terra, além de suspender as aulas nas escolas municipais.
Equipes especializadas foram mobilizadas para responder aos incidentes e procurar por pessoas desaparecidas, acrescentou.
O portal de notícias G1 informou que 45 pessoas estão desaparecidas na cidade, incluindo crianças.
CALAMIDADE PÚBLICA
O governo brasileiro reconheceu estado de calamidade em Juiz de Fora, acelerando os esforços de socorro e ajuda humanitária, afirmou em nota.
Grande parte do Brasil entra na fase de pico da estação chuvosa durante o verão local, de dezembro a março, trazendo chuvas intensas frequentes, tempestades, enchentes e deslizamentos de terra.
A prefeitura de Juiz de Fora afirmou que este foi o fevereiro mais chuvoso da história da cidade, com precipitação já mais do que o dobro do esperado para o mês.
A prefeita Margarida Salomão declarou em uma rede social que a situação está “crítica”.
O Instituto Nacional de Meteorologia do Brasil emitiu na terça alertas de chuva forte para partes de 14 estados, incluindo toda a área de Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Reportagem de Isabel Teles e Eduardo Simoes em São Paulo, Rodrigo Viga Gaier no Rio de Janeiro; Edição de Gabriel Araujo, Chizu Nomiyama e Sharon Singleton
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Jornalista com mais de duas décadas de experiência em São Paulo, atualmente cobrindo Política e Notícias Gerais do Brasil. Anteriormente, trabalhou em notícias de Empresas e Mercados no escritório da Reuters em São Paulo. Cobre eleições brasileiras desde 2002 e também reportou in loco na Copa América no Peru, 2004, na Copa do Mundo no Brasil em 2014 e nas Olimpíadas do Rio em 2016.
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Pelo menos 22 mortos após fortes chuvas atingirem o sudeste do Brasil
SAO PAULO/RIO DE JANEIRO, 24 de fev (Reuters) - Pelo menos 22 pessoas morreram após fortes chuvas atingirem o estado de Minas Gerais, no sudeste do Brasil, informou nesta terça-feira as autoridades locais.
O corpo de bombeiros confirmou 16 mortes na cidade de Juiz de Fora e seis em Uba, a cerca de 110 km de distância.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu suas condolências em uma publicação na X. “Nosso foco é garantir assistência humanitária, a restauração dos serviços básicos, apoio às pessoas deslocadas e ajuda na reconstrução”, escreveu.
Cerca de 440 pessoas foram deslocadas em Juiz de Fora, informou a prefeitura, pois a chuva provocou enchentes e deslizamentos de terra, além de suspender as aulas nas escolas municipais.
Equipes especializadas foram mobilizadas para responder aos incidentes e procurar por pessoas desaparecidas, acrescentou.
O portal de notícias G1 informou que 45 pessoas estão desaparecidas na cidade, incluindo crianças.
CALAMIDADE PÚBLICA
O governo brasileiro reconheceu estado de calamidade em Juiz de Fora, acelerando os esforços de socorro e ajuda humanitária, afirmou em nota.
Grande parte do Brasil entra na fase de pico da estação chuvosa durante o verão local, de dezembro a março, trazendo chuvas intensas frequentes, tempestades, enchentes e deslizamentos de terra.
A prefeitura de Juiz de Fora afirmou que este foi o fevereiro mais chuvoso da história da cidade, com precipitação já mais do que o dobro do esperado para o mês.
A prefeita Margarida Salomão declarou em uma rede social que a situação está “crítica”.
O Instituto Nacional de Meteorologia do Brasil emitiu na terça alertas de chuva forte para partes de 14 estados, incluindo toda a área de Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Reportagem de Isabel Teles e Eduardo Simoes em São Paulo, Rodrigo Viga Gaier no Rio de Janeiro; Edição de Gabriel Araujo, Chizu Nomiyama e Sharon Singleton
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