A joint venture entre a mineradora química chilena (SQM.US) e a Codelco prevê uma produção de lítio em 2025 ligeiramente acima das expectativas

A APP de notícias financeiras de Zhitong informa que, à medida que a situação de excesso de oferta global começa a aliviar-se, a produção de lítio do projeto de cooperação entre a mineradora chilena SQM (SQM.US) e a estatal de cobre Codelco foi ligeiramente superior às previsões anteriores no ano passado. Segundo fontes, a joint venture NovaAndino Litio SpA produziu 233 mil toneladas de equivalente de carbonato de lítio em 2025, um volume superior ao de 2024 e também ligeiramente acima da orientação mais recente de cerca de 230 mil toneladas divulgada pela SQM em novembro do ano passado.

A Codelco detém a participação majoritária nos ativos de lítio de NovaAndino, enquanto a SQM é responsável pela operação na vasta salina de Atacama, no norte do Chile. A NovaAndino possui uma das maiores reservas de salmouras de lítio do mundo. A empresa aposta na vantagem de custos baixos e no otimismo em relação à demanda por baterias, expandindo sua capacidade com o objetivo de aumentar a produção em cerca de 30% nos próximos anos. O CEO da NovaAndino, Carlos Díaz, afirmou no mês passado que a produção anual deve aumentar gradualmente até atingir 300 mil toneladas até o final desta década.

A joint venture busca aproveitar a oportunidade de crescimento de dois dígitos no consumo global de lítio. Com o aumento da demanda por baterias de armazenamento em grande escala e veículos elétricos, espera-se que o consumo de lítio continue a crescer. Essa expansão pode pressionar os concorrentes de alto custo. O projeto de Atacama utiliza evaporação para extração, que consome menos água, produtos químicos e energia em comparação com o método de mineração de rocha dura predominante na Austrália. A NovaAndino prepara-se para apresentar às autoridades reguladoras um plano que inclui novas tecnologias, como a extração direta de lítio, para aumentar ainda mais a produção.

Ao mesmo tempo, o presidente da NovaAndino, Máximo Pacheco, afirmou que o projeto de cooperação em lítio entre a Codelco e a Rio Tinto (RIO.US) em Maricunga ainda aguarda a aprovação antitruste antes de assinar o acordo de acionistas. Ele também mencionou que, no ano passado, a Codelco produziu 1,33 milhão de toneladas de cobre nas minas chilenas, com um investimento de recorde de 5,28 bilhões de dólares. Além disso, acrescentou que, devido à escala e complexidade, a supervisão da mina subterrânea de El Teniente, que sofreu um colapso fatal em julho do ano passado, será incorporada ao conselho executivo da empresa, com o suporte de uma consultoria independente na elaboração desse processo.

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