A cada Ano Novo, há uma cena muito familiar em casa:
Na cozinha, a mãe, a tia, a cunhada estão ocupadas com o vapor, lavando, cortando, mexendo, arrumando, desde manhã até à noite. Na sala de estar, a maioria das mulheres da nossa geração está sentada a conversar, descansar, acompanhar as crianças, raramente entrando na cozinha. Alguém diz que os jovens de hoje estão mais preguiçosos. Mas quanto mais crescemos, mais percebemos que não é preguiça, mas que a era mudou silenciosamente. A agitação da geração anterior era uma ternura na era Quando a minha mãe e as outras eram jovens, o sabor do Ano Novo era feito à mão. Os recursos não eram abundantes, não havia tantos restaurantes ou entregas, o conforto e o calor de uma família dependiam de um esforço conjunto. A cozinha era o palco delas; A comida, a sua expressão; A agitação, o seu valor mais simples. Não era uma prisão, era o amor mais sincero da geração delas. A nossa geração apenas mudou a forma de viver Quando chegamos à nossa geração, a vida já é diferente. Estudamos, trabalhamos, lutamos sozinhas fora de casa, sendo empurradas pelo trabalho e pela vida no dia a dia, e no Ano Novo, o que mais queremos é respirar fundo. O nosso valor já não precisa ser provado através das tarefas domésticas. Ser independente, responsável e viver bem a nossa vida é a melhor expressão de nós. Muitas vezes, quando tentamos ajudar, os mais velhos nos afastam: “Vai sentar-te, eu trato disto.” Embora digam que somos desajeitadas, no coração estão cheios de carinho. Elas vivem uma vida inteira com fumaça e óleo, por isso, não querem que a filha passe pelo mesmo sofrimento. Não é uma questão de geração, nem de oposição. São duas gerações de mulheres, que silenciosamente se apoiam e se completam com ternura. O verdadeiro sabor do Ano Novo nunca está na cozinha O sabor do Ano Novo nunca depende de alguém estar na frente do fogão a trabalhar. Mas sim: Alguém disposto a dedicar metade da vida às chamas do fogão por você, Alguém que entende o peso dessa dedicação. Que cada mulher seja tratada com ternura: Sem ser presa a papéis, sem expectativas que a prejudiquem, Vivendo de forma confortável, livre e amada na sua própria era.
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A cada Ano Novo, há uma cena muito familiar em casa:
Na cozinha, a mãe, a tia, a cunhada estão ocupadas com o vapor, lavando, cortando, mexendo, arrumando, desde manhã até à noite.
Na sala de estar, a maioria das mulheres da nossa geração está sentada a conversar, descansar, acompanhar as crianças, raramente entrando na cozinha.
Alguém diz que os jovens de hoje estão mais preguiçosos.
Mas quanto mais crescemos, mais percebemos que não é preguiça, mas que a era mudou silenciosamente.
A agitação da geração anterior era uma ternura na era
Quando a minha mãe e as outras eram jovens, o sabor do Ano Novo era feito à mão.
Os recursos não eram abundantes, não havia tantos restaurantes ou entregas, o conforto e o calor de uma família dependiam de um esforço conjunto.
A cozinha era o palco delas;
A comida, a sua expressão;
A agitação, o seu valor mais simples.
Não era uma prisão, era o amor mais sincero da geração delas.
A nossa geração apenas mudou a forma de viver
Quando chegamos à nossa geração, a vida já é diferente.
Estudamos, trabalhamos, lutamos sozinhas fora de casa, sendo empurradas pelo trabalho e pela vida no dia a dia, e no Ano Novo, o que mais queremos é respirar fundo.
O nosso valor já não precisa ser provado através das tarefas domésticas.
Ser independente, responsável e viver bem a nossa vida é a melhor expressão de nós.
Muitas vezes, quando tentamos ajudar, os mais velhos nos afastam:
“Vai sentar-te, eu trato disto.”
Embora digam que somos desajeitadas, no coração estão cheios de carinho.
Elas vivem uma vida inteira com fumaça e óleo, por isso, não querem que a filha passe pelo mesmo sofrimento.
Não é uma questão de geração, nem de oposição.
São duas gerações de mulheres, que silenciosamente se apoiam e se completam com ternura.
O verdadeiro sabor do Ano Novo nunca está na cozinha
O sabor do Ano Novo nunca depende de alguém estar na frente do fogão a trabalhar.
Mas sim:
Alguém disposto a dedicar metade da vida às chamas do fogão por você,
Alguém que entende o peso dessa dedicação.
Que cada mulher seja tratada com ternura:
Sem ser presa a papéis, sem expectativas que a prejudiquem,
Vivendo de forma confortável, livre e amada na sua própria era.