#ORDI Enquanto jovem, não hoje, embarco para percorrer a relva selvagem


Adeus à rotina, em busca de liberdade
Sem ostentação, evitando o barulho do mundo, como é difícil prever o coração humano
Escondido, ninguém sabe, a obsessão nunca vacilou
Fazer de enganos e trapaças um esforço inútil
Tesouro na palma da mão, espada no coração, até o demônio é insignificante
Sozinho, enfrentando o calor da prova

Mais uma vez, reconheço o rosto familiar
Mais nenhuma preocupação, tudo deixo para trás
Cortando tudo, o céu e a terra tornam-se minha casa
Desde então, esquecemo-nos um do outro na vastidão
Força honesta e cautelosa
Laços e encontros, o destino
Milhares de anos parecem um instante

Por esse caminho, rompendo o espaço
Dificuldades mil vezes, quem entende?
Só desejo reencontrar um dia
Cultivando no mundo mortal
Destino e ódio, tudo é vazio, todos assistem
No final, comum, mas não medíocre

Por esse caminho, rompendo o espaço
Dificuldades mil vezes, quem entende?
Só desejo reencontrar um dia
Cultivando no mundo mortal
Destino e ódio, tudo é vazio, todos assistem
No final, comum, mas não medíocre

Por esse caminho, rompendo o espaço
Só desejo reencontrar um dia
Cultivando no mundo mortal
No final, comum, mas não medíocre
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