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A pesada conta da guerra de 40 dias — Organização Mundial da Saúde divulga os dados mais recentes de vítimas
Quando os representantes de negociações se sentaram na sala de reuniões em Islamabad, os números fora da sala não desapareceram devido ao cessar-fogo. Os dados mais recentes publicados pela Organização Mundial da Saúde em 9 de maio mostram que os ataques militares dos EUA e de Israel causaram quase 2.400 mortes no Irã, mais de 32.000 feridos e 3,2 milhões de deslocados. No Líbano, mais de 1.700 mortes, quase 6.000 feridos e mais de um milhão de pessoas perderam suas casas. Esses números representam a face mais realista desta guerra.
Um, Irã: quase 2.400 mortos, 3,2 milhões de deslocados
Os dados publicados pela Organização Mundial da Saúde em 9 de maio indicam que, desde 28 de fevereiro, os ataques militares em grande escala dos EUA e de Israel contra o Irã resultaram em quase 2.400 mortes, mais de 32.000 feridos e 3,2 milhões de deslocados. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde do Irã, divulgados em 10 de maio, detalham ainda mais: entre os feridos, 4.992 são mulheres, 2.115 são crianças com menos de 18 anos, incluindo 70 menores de 2 anos.
Os ataques destruíram 55 bases de emergência iranianas, e a infraestrutura médica sofreu danos severos. Segundo dados anteriores divulgados pelo Irã, mais de 81.000 instalações civis foram danificadas, incluindo 498 escolas, 275 hospitais e unidades de saúde. Aproximadamente 350.000 pessoas estão deslocadas, e o número de feridos menores de 18 anos no Irã atingiu cerca de 1.900.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou recentemente que os EUA e Israel estão cada vez mais atacando áreas densamente povoadas no Irã e tentando destruir a infraestrutura civil do país. Entre esses ataques, os contra instalações nucleares são considerados “atos de imprudência irracionais”.
Dois, Líbano: mais de 1.700 mortos, mais de um milhão de pessoas perderam suas casas
O fogo da guerra não se limitou ao Irã; o Líbano também sofreu pesadas perdas. Os dados da Organização Mundial da Saúde mostram que as ações militares dos EUA e de Israel causaram mais de 1.700 mortes e quase 6.000 feridos no Líbano. Um grande ataque aéreo israelense ao Líbano em 8 de maio matou pelo menos 303 pessoas e feriu 1.150, marcando o recorde de vítimas em um único dia desde o início do conflito.
Mais de um milhão de libaneses perderam suas casas devido aos ataques aéreos israelenses, sendo que mais de 130.000 foram realojados em abrigos designados pelo governo. O primeiro-ministro do Líbano, Saad Hariri, declarou 9 de abril como dia nacional de luto e busca apoio de países como o Paquistão para promover o fim do conflito.
Três, Israel: 24 mortos, mais de 7.000 feridos
Israel também sofreu perdas. Segundo a Organização Mundial da Saúde, há 24 mortos e mais de 7.000 feridos no país. Além disso, 365 militares americanos ficaram feridos em operações militares, com 13 mortes. O conflito também afetou países como o Iraque, onde civis foram mortos em ataques aéreos na região de Basra, no sul do país.
Quatro, o custo total da guerra: uma catástrofe humanitária e econômica dupla
De acordo com várias instituições financeiras europeias, após o bloqueio quase completo do transporte pelo Estreito de Ormuz, o preço do petróleo bruto de Nova York subiu de menos de 70 dólares por barril para mais de 110 dólares no início de abril. A gigante do petróleo ExxonMobil afirmou em 8 de maio que, devido aos conflitos no Irã, seus lucros do primeiro trimestre podem diminuir em 6,5 bilhões de dólares.
No âmbito político, a popularidade de Donald Trump caiu para 35% no final de março, o ponto mais baixo desde seu retorno à Casa Branca. Mais de 20 membros do Congresso, incluindo o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, pediram ao gabinete que invoke a 25ª Emenda para destituir Trump. Protestos contra a guerra varreram 50 estados nos EUA, com uma crescente onda de oposição.
Cinco, o verdadeiro custo fora da mesa de negociações
O núcleo das negociações em Islamabad inclui o controle do Estreito de Ormuz, a questão da enriquecimento de urânio e o levantamento de sanções. Mas, independentemente do resultado, o custo real da guerra já foi pago — quase 2.400 vidas iranianas, 1.700 libanesas, 3,2 milhões de deslocados no Irã, mais de um milhão de libaneses sem casa, e 81.000 instalações civis destruídas. Esses números serão uma cicatriz permanente nesta guerra.
Resumo: Quando Trump anunciou nas redes sociais uma “vitória total” e o Irã afirmou que o “inimigo foi forçado a se render”, os dados da OMS oferecem a resposta mais honesta. Nestes 40 dias de conflito, quase 2.500 mortes, mais de 40.000 feridos e mais de 4,2 milhões de deslocados — essa é a verdadeira conta por trás da “declaração de vitória”. Independentemente de Islamabad alcançar um acordo, essas vidas perdidas e casas destruídas não voltarão por uma simples declaração de cessar-fogo.